Fio Invisível
- Mônica Maria

- 3 de fev. de 2020
- 3 min de leitura
Hoje vim falar de uma forte ferramenta humana que é capaz de gerar uma onda de transformação e criar novas realidades na vida. Essa ferramenta se chama conexão interpessoal (nome que dei aqui, mas pode haver outros). Ela pode ser medida por seu tamanho, se transformando em elos que se unem conforme a necessidade que temos e a ordem que é dada pelo Universo para que esta necessidade se concretize.
Na última semana, tivemos o privilégio de ter uma de nossas necessidades atendidas e foi lindo ver a corrente que se formou para que isso acontecesse. Enquanto um coletivo recém-nascido, temos a necessidade de nos fazer ser enxergadas para que consigamos executar as atividades por nós propostas, de ajudar mulheres que estejam passando por situações de conflito e de trazer holofotes para grupos que atuem diretamente com esse tipo de circunstância. Precisamos também despertar o interesse de pessoas que queiram ser nossas apoiadoras, contribuindo com nove reais por mês, o que representa trinta centavos por dia, para que possamos ter a energia monetária que supra os custos das ações que propomos executar. Vou deixar aqui o link da nossa campanha de financiamento coletivo, para que vocês possam tomar conhecimento (link catarse).
Pois bem, por conta dessa necessidade, nosso ano começou com uma linda conexão entre pessoas que nos levou a participar de um programa de rádio, aqui em BH. No final do ano passado a Dalila descobriu, pelo Instagram, um coletivo chamado Flor dos Palmares. Ela então perguntou no grupo de Whatsapp desse coletivo se havia alguém que trabalhava com assessoria de imprensa para divulgar nosso release na mídia. Daí veio a Bárbara, que se prontificou em fazer tal atividade.
Isso nos levou à Velise, produtora do programa “Revisa da Tarde”, da Rádio Inconfidência.
Passamos algumas informações para ela e agendamos a nossa ida para o dia 30/01/20. Tivemos uma participação extremamente agradável no quadro “Prosa de Mulher”, junto da Simone e da Morgana, que bravamente transformaram experiências negativas de suas vidas em combustível para o fortalecimento das mulheres.

Crédito fotos: Dalila Pires O quadro foi conduzido pela simpática jornalista Déborah Rajão, apresentadora do Revista da Tarde. Lá, descobrimos que a Déborah é mãe da Catarina, que estudou filosofia comigo e com a Dalila em 2015. De lá pra cá, não a tínhamos visto mais até que em abril de 2019, Dalila e eu cismamos de fazer aromatizadores de ambientes e encontramos com a Catarina, “por acaso” em uma loja de essências.
A Catarina então colocou a Dalila em um grupo de Whatsapp chamado Fogueira, e esse grupo nos trouxe a Bruna, uma das participantes do nosso documentário “Colcha de Retalhos” (PARA O TRAILER, CLIQUE AQUI), já que postamos o banner convocatório do filme lá. Além da Bruna, vieram mais dez participantes, dentre elas, a Simone e a Morgana, sem as quais não existiria o filme e, sem o filme não existiria o coletivo.

Incrível, não é mesmo? Um detalhe que merece atenção: nessa corrente só há mulheres, o que nos mostra que a sororidade existe até mesmo de forma intangível, como um fio invisível que nos une em prol de algo em comum.
Como observadoras da vida, muito nos contenta ver esses movimentos de convergência. Ainda mais quando é um movimento que busca por virtudes como JUSTIÇA, EQUIDADE e PAZ. Isso nos mostra que estamos no caminho certo e que é possível contribuir para uma transformação positiva da sociedade.
O ano está só começando e estamos indo de encontro com novas conexões interpessoais, mas nunca nos esquecendo das primeiras conexões, afinal de contas, a GRATIDÃO é um alimento que sacia a alma.
E você, já parou para pensar nas conexões que rodeiam sua vida? Se sim, compartilhe com a gente!
Um beijo e até breve! EM TEMPO: Para que este blog continue a contar histórias fantásticas como essa que você acabou de ler, contamos com seu apoio. Seja parte do movimento que dá voz a heroínas que estão no anonimato fazendo deste, um mundo melhor .
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